Lançar janela GUI numa máquina VirtualBox headless

O VirtualBox tem um botão “Show”, na barra de ferramentas, que deveria lançar uma janela GUI na máquina VirtualBox headless selecionada. Mas, por algum motivo, nalguns casos não funciona.

No entanto, é possível lançar uma janela GUI através da consola, com o comando:

VBoxSDL --startvm --separate

Para mais opções do comando VBoxSDL, pode correr-se esse comando sem parâmetros.

Cores no grep

Sou fã do preto e branco. A coisa que mais me chateia são editores de texto com texto a cores, ou comandos de consola que respondem a cores. Há, mesmo, combinações de cor que não consigo ler.

Tenho tido imensa dificuldade com os resultados do grep, em roxo sobre fundo preto, no Ubuntu, e decidi mudar isso.

Editei o ficheiro ~/.bashrc e comentei as linhas

alias grep=’grep –color=auto’
alias fgrep=’fgrep –color=auto’
alias egrep=’egrep –color=auto’

Uma alternativa é alterar as cores, para cores com contraste maior. Para isso, junto às linhas

alias grep=’grep –color=auto’
alias fgrep=’fgrep –color=auto’
alias egrep=’egrep –color=auto’

adicionar

export GREP_COLOR=’0;33;40′

para a resposta passar a vir a amarelo.

Para a lista de cores de frente e fundo, assim como outras formatações, consultar estas páginas: [1], [2], [3] e [4].

Mas atenção que, algumas destas páginas têm um erro no nome da variável de ambiente GREP_COLOR (correto), e escrevem-na GREP_COLORS (incorreto).

Comandos para ver a memória

Eis uma série de comandos interessantes para ver a memória no linux. Tirei-os de linux.com.

top
top -o %MEM
free
free -m
free -mt
vmstat
vmstat -s
dmidecode
cat /proc/meminfo
egrep --color 'Mem|Cache|Swap' /proc/meminfo

Ficheiro de SWAP no Slackware

No Slackware costumo usar partições de swap em vez de ficheiros de sawp. No entanto, com a máquina já em produção e sem espaço para novas partições, esta é uma boa solução.

fallocate -l 20G /swapfile
chmod 600 /swapfile
mkswap /swapfile
swapon /swapfile
vi /etc/fstab
swapon --show
free -h

No ficheiro /etc/fstab acrescentei a linha:

/swapfile             none            swap    sw              0       0

CD-ROM em Linux

Como descobrir o nome do device CD-ROM?

Consultar o ficheiro /proc/sys/dev/cdrom/info

Eventualmente, também dá para correr o comando seguinte:

dmesg | egrep -i --color 'cdrom|dvd|cd/rw|writer'

E, já agora, para ver as caraterísticas do CD-ROM, usar o comando:

cd-drive

Tirado deste site.

Spamassassin

Instalar software em Linux ainda continua a ser um desafio. A maior parte dos pacotes até se instala facilmente com um

./configure
make
make install

Mas o Spamassassin não. Precisa de uma série de módulos do Perl, e do próprio Perl para correr. E, depois, tem uma série de detalhes estranhos associados.

Para poder instalar os módulos obrigatórios e opcionais seguintes

cpan install HTML::Parser
cpan install Net::DNS
cpan install NetAddr::IP

cpan install Digest::SHA1
cpan install Mail::SPF
cpan install GeoIP2::Database::Reader
cpan install Geo::IP
cpan install IP::Country::DB_File
cpan install IO::Socket::INET6
cpan install Encode::Detect::Detector
cpan install Net::Patricia
cpan install Net::DNS::Nameserver
cpan install BSD::Resource
cpan install Archive::Zip
cpan install IO::String

tive que configurar o CPAN, como referido no artigo anterior.

Para instalar o Spamassassin, usei os comandos indicados no ficheiro INSTALL, que vem na raiz do ficheiro bz2.

	perl -MCPAN -e shell                    [as root]
	o conf prerequisites_policy ask
	install Mail::SpamAssassin
	quit

Depois, atualizei as regras com o comando sa-update.

Mas ainda assim, o spamd não arrancava. No ficheiro /var/log/maillog escrevia o erro:

spamc[13023]: connect to spamd on ::1 failed, retrying (#1 of 3): Connection refused

Para resolver isto, criei o ficheiro /etc/mail/spamassassin/spamc.conf e coloquei lá dentro a linha

-d 127.0.0.1

Continuava a não arrancar. E produzia uma mensagem de conflito de versões:

spamassassin script is v3.003000, but using modules v3.004000

Descobri, então, que o comando /usr/bin/spamd era um link simbólico a apontar para uma versão antiga:

/usr/bin/spamd -> /root/.cpan/build/Mail-SpamAssassin-3.3.2-X536zH/spamd/spamd

Removi todas as versões antigas que estavam na diretoria /root/.cpan/build/ e atualizei o link simbólico.

Agora já corre!

Perl, essa geringonça

Hoje, a tentar instalar o Spam Assassin, do Apache, para filtrar o spam do Postfix, deparei-me com uma dificuldade: a instalação precisa do Perl e de alguns módulos que eu não tinha instalados.

Tentei instalar esses módulos, mas os mirrors do CPAN (que estavam configurados na minha máquina) estavam todos em baixo. Será por ser Natal?

Fui então à procura de outros mirrors que me pareceram de confiança, e inseri-os à cabeça da lista de mirrors no ficheiros de configuração

vi /root/.cpan/CPAN/MyConfig.pm

‘urllist’ => [q[http://cpan.perl.pt/], q[http://mirrors.up.pt/CPAN/], q[http://cpan.mirror.iphh.net/], q[http://artfiles.org/cpan.org/], q[http://ftp-stud.hs-esslingen.de/pub/Mirrors/CPAN/], q[http://cpan.metacpan.org/], q[http://mirrors.dotsrc.org/cpan/], q[http://cpan.inode.at/], q[http://mirror.kumi.systems/cpan/], q[http://mirror.easyname.at/cpan/], q[http://ftp.belnet.be/mirror/ftp.cpan.org/], q[http://ftp.igh.cnrs.fr/pub/CPAN/], q[http://cpan.mirrors.ovh.net/ftp.cpan.org/], …]

VirtualBox e máquina inacessível

Tinha algumas máquinas virtuais inacessíveis, máquinas que removi por deixarem de ser úteis, mas que continuavam a aparecer na lista do VirtualBox.

O comando VBoxManage list vms dava o resultado seguinte:

"bd" {6bf7c5c8-2d6e-435a-8025-da2c90f42b1e}
"java" {d1100632-04f6-46db-8f54-64e0494e9080}
"grafo" {c77f7a84-4040-456e-932d-a5689653ada6}
"<inaccessible>" {252949ba-b87b-4eb4-b648-28ee3d86d32b}
"<inaccessible>" {a7689028-bd41-4692-9385-407a4665097d}

Para remover as máquinas inacessíveis, usei os comandos seguintes:

VBoxManage unregistervm 252949ba-b87b-4eb4-b648-28ee3d86d32b
VBoxManage unregistervm a7689028-bd41-4692-9385-407a4665097d

UEFI e VirtualBox – II

Afinal o problema era mesmo do VirtualBox. O VirtualBox antes da versão 6.1.0 era incompatível com o kernel 5.4 do Linux. [1]

Esse problema foi corrigido na versão 6.1.0 do VirtualBox, que só saiu já depois do problema que detetei e reportei no artigo anterior.

Cores no vi

Estou a desenvolver umas aplicações num servidor que tem o Ubuntu, e onde o vi arranca com letras às cores.

Sou parcialmente daltónico, não consigo ver vermelho ou azul sobre preto, e, por isso, tinha que escrever o comando :syntax off sempre que entrava num ficheiro novo. Era uma perda de tempo.

Já tinha feito pesquisas à procura de soluções para isto, para tentar configurar o vi para arrancar sempre com o parâmetro syntax off selecionado à partida. Hoje, encontrei a solução. É relativamente simples.

No ficheiro de configuração do vi ~/.vimrc, colocar a linha syntax off.